No passado domingo voltei às competições, alinhando à partida para a Meia Maratona Sport Zone. Prova que inclui na sua totalidade uma parte do percurso da Maratona do Porto, esta meia tem vindo a afirmar-se como uma das melhores (e maiores) do país. Este ano deu-se a coincidência de se ter realizado escassos dias após a tradicional Meia Maratona de Ovar, facto que terá levado alguns atletas a optar por correr apenas uma delas. Foi o meu caso. Indo apenas a uma das meias, decidi ir à da RunPorto, não só por ser mais perto de casa, mas principalmente porque me permitiu continuar totalista, pois participei em todas as quatro edições da prova.
Apesar de ser uma prova de que gosto muito, o meu principal objectivo, este ano, não foi tanto o de fazer um bom tempo, mas de aproveitar para fazer um treino longo mais "puxado".
Não sabendo que a prova iria começar às 10.20h, cheguei por volta das 09.00h às zona da meta e, em vez de aproveitar os autocarros da organização que transportavam os atletas nos 6 km que separavam a meta do local de partida, equipei-me e comecei a correr. Fui até à meta em ritmo de maratona (5:00/Km) com a intenção de fazer um treino prévio à meia maratona de 10 km. Foi o que fiz.
Rolei calmamente e sem grande desgaste cumpri o objectivo. Como o início da prova se atrasou face ao que tinha previsto, acabei por ter cerca de 20 minutos de recuperação, tempo durante o qual me apercebi do grande fulgor mediático da mesma, pois eram imensas as personalidades que se lhe associaram (Vitor Baia, Rui Reininho, Ricardo Trepa, entre muitos outros e outras).
Sendo a prova apenas uma parte do treino longo do dia, não sabia bem que ritmo tentar impôr, pelo que me deixei ir num andamento que me parecesse confortável. Bom, a verdade é que comecei rapidamente a rolar a ritmos entre os 4:15 e os 4:20/Km. Pensei logo que seria um ritmo "suicida", mas a verdade é que me sentia muito bem, pelo que me deixei ir. Aos 7 km (primeiro terço da prova) levava pouco mais de 30 minutos!
Ia de tal forma entusiasmado que, interiormente, cheguei mesmo a acreditar que poderia vir a conseguir bater o meu record pessoal na distância. No entanto, a verdade é que o ritmo começou a baixar ligeiramente. Mesmo assim passei aos 10 km em 43:30 e com boas sensações no corpo. Nessa altura, ao passar no abastecimento, bebi um pouco de água e imediatamente comecei a sentir uma forte "dor de burro". Julgo que o problema terá sido o facto de eu ter bebido cerca de uma garrafa e meia de água durante a paragem entre o treino pré-prova e o início da corrida. Com o estômago cheio, aquele gole de água, aos 10 Km, terá sido o suficiente para uma indisposição que me obrigou a "travar" a fundo, tendo feito dois quilómetros a rodar na casa dos 5:00/km. Depois de passar a dor, tentei voltar ao ritmo anterior, mas aí foram as pernas que não deixaram, ressentindo-se do "peso" dos quilómetros já percorridos.
Nesta fase, e praticamente até ao final, rolei sempre entre os 4:40 e os 4:50/km, acabando a prova com um tempo final de 1h38m18s (no meu relógio).
No final, acabei por ter feito um treino de mais de 31 km, sendo que os últimos 21 foram percorridos em bom ritmo. Apesar de me ter sentido desgastado, consegui fazer uma boa recuperação, facto que me deixou bastante satisfeito.
A avaliação que faço do meu estado de forma diz-me que talvez esteja mais lento do que am anos anteriores, mas com um pouco mais de resistência, em contrapartido. Já falta menos de um mês para a Maratona do Porto, mas os sinais são muito positivos e a moral está alta.
Quero deixar uma palavra final para alguns amigos que encontrei. Ao Francisco Lobo, do Porto Runners e médico amigo, o meu obrigado pela compenhia durante os primeiros km. Ao Vitor Dias, os votos de boa recuperação depois do grande esforço. Ao Rui Pena, os meus parabéns pela prova e o lamento por não ter tido pernas para o acompanhar. Ao Mark, a minha satisfação por vê-lo a melhorar a forma de prova para prova. Ao Meixedo, aquela força para que ele decida mesmo correr a Maratona do Porto! Aos que lá estiveram, mas que não consegui encontrar (como é o caso do Miguel Torres, que descobri numa foto), um abraço!
Tuesday, 12 October 2010
Monday, 11 October 2010
Balanço do 2º mês de preparação
Com algum atraso, aqui fica um breve resumo da preparação que fiz durante o mês de Setembro com o objectivo de participar na Maratona do Porto . De um modo geral foi um mês razoável, embora tenha acabado por fazer menos alguns treinos devido às dificuldades de conciliar a o trabalho com a corrida. Tal como habitualmente, aqui fica um breve resumo do que foi feito:
- Nº. de treinos: 19
- Nº. de dias de descanso: 11
- Nº. de Km percorridos: 241,55 Km
- Nº. de treinos longos: 3
- Tempo de corrida: 19h 39m 24s
- Tempo médio por Km: 4m 53s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 8,55 Km
- Nº. de treinos: 19
- Nº. de dias de descanso: 11
- Nº. de Km percorridos: 241,55 Km
- Nº. de treinos longos: 3
- Tempo de corrida: 19h 39m 24s
- Tempo médio por Km: 4m 53s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 8,55 Km
Tuesday, 28 September 2010
Coisas simples, mas importantes
No passado domingo foi dia de treino longo. Às 7h45m já estava na estrada com o objectivo de fazer o segundo treino de 30 Km desta caminhada para a Maratona do Porto.
Este mês foi um pouco menos intenso em treinos do que o mês anterior, pois as dificuldades de conciliar a corrida com tudo o resto têm sido grandes. Apesar disso estou razoavelmente confiante com a preparação que está a ser feita.
Bom, o treino correu bastente bem. Ao contrário do treino que tinha acontecido no início do mês, desta feita acabei os 30 km com alguma força nas pernas, de tal forma que o último quilómetro foi o segundo mais rápido de todo o treino! Para além disso a recuperação foi muito mais fácil e fiquei mesmo com a sensação de que ainda havia mais alguma energia para gastar se fosse necessário.
Neste treino fiz a experiência de ingerir um cubo de marmelada por volta dos 17 Km. Não senti qualquer efeito nefasto e acabei até por ficar com a sensação de que esta pode ser uma alternativa melhor do que as saquetas de gel. Não sei bem se em termos de forncimento de energia serão equivalentes, mas para já, entre gel, barritas e marmelada, a minha escolha vai para esta última.
No total acabei por fazer exactamente 30 km sendo que a parte mais complicada chegou depois dos 22 Km, pois até lá o terreno era praticamente plano. Foram 2h26m26s a solo!
Entretanto, no final do treino reparei que a Câmara de Vila do Conde colocou um bebedouro na zona onde começo os meus treinos. Trata-se das traseiras do Forte de S. João Batista, um local que é utilizado por muita gente para caminhar e correr, pelo que a iniciativa é de louvar. Todos os que por ali passam sabem que esta é uma daquelas pequenas medidas que tem uma importância enorme. Por isso, aqui fica esta palavra de reconhecimento à Câmara Municipal por esta iniciativa.
Este mês foi um pouco menos intenso em treinos do que o mês anterior, pois as dificuldades de conciliar a corrida com tudo o resto têm sido grandes. Apesar disso estou razoavelmente confiante com a preparação que está a ser feita.
Bom, o treino correu bastente bem. Ao contrário do treino que tinha acontecido no início do mês, desta feita acabei os 30 km com alguma força nas pernas, de tal forma que o último quilómetro foi o segundo mais rápido de todo o treino! Para além disso a recuperação foi muito mais fácil e fiquei mesmo com a sensação de que ainda havia mais alguma energia para gastar se fosse necessário.
Neste treino fiz a experiência de ingerir um cubo de marmelada por volta dos 17 Km. Não senti qualquer efeito nefasto e acabei até por ficar com a sensação de que esta pode ser uma alternativa melhor do que as saquetas de gel. Não sei bem se em termos de forncimento de energia serão equivalentes, mas para já, entre gel, barritas e marmelada, a minha escolha vai para esta última.
No total acabei por fazer exactamente 30 km sendo que a parte mais complicada chegou depois dos 22 Km, pois até lá o terreno era praticamente plano. Foram 2h26m26s a solo!
Entretanto, no final do treino reparei que a Câmara de Vila do Conde colocou um bebedouro na zona onde começo os meus treinos. Trata-se das traseiras do Forte de S. João Batista, um local que é utilizado por muita gente para caminhar e correr, pelo que a iniciativa é de louvar. Todos os que por ali passam sabem que esta é uma daquelas pequenas medidas que tem uma importância enorme. Por isso, aqui fica esta palavra de reconhecimento à Câmara Municipal por esta iniciativa.
Monday, 6 September 2010
O poder do frio
Tal como tinha planeado, ontem fiz o meu primeiro treino de 30 Km nesta caminhada até à Maratona do Porto. Depois de na semana anterior ter feito um treino longo de 25 Km que não correu como desejava, pois corri sempre muito cansado e acabei em forte perda (25,4 Km em 2h14m), estava com alguma curiosidade sobre este treino, pois a semana tinha corrido especialmente bem. Para além de me ter sentido muito menos cansado do que nas semanas anteriores, fiz um treino de séries que me surpreendeu pela facilidade com que assimilei os andamentos.
Tendo começada cedinho, andei até aos 20 Km em ritmos ligeiramente abaixo dos 5:00/Km e sem grandes dificuldades. Se até aos 22 Km o percurso era praticamente plano, nos últimmos 8 km havia muitas inclinações que exigiam muito mais esforço. Nesta fase o ritmo caiu bastante, obrigando-me a correr a 5:30/km para acabar o treino com 2h32m30s.
Apesar desta quebra final (algo esperada), fiquei extremanente satisfeito com o treino. Com apenas uma semana de diferença, consegui fazer um treino mais longo e num ritmo médio 11 segundos mais rápido do que tinha feito na semana anterior!
O pior foi o pós-treino. Uns 10 minutos depois de terminar a corrida senti fortes dores musculares nas pernas as quais me começaram a dificultar a locomoção. Já a começar a passar mal, decidi sentar-me na banheira e "regar" as pernas com água fria. O efeito desta "terapia" foi simplesmente fantático. Ao fim de poucos minutos já tinha recuperado a sensação de "bem-estar" e depois de uns 15 minutos de molho, já estava em condições normais, sendo que este normal deve ser visto em relação à dimensão do esforço que tinha acabado de fazer.
Já por várias vezes acabei os meus treinos com um mergulho nas águas frias do Atlântico, mas ontem é que pude sentir o verdadeiro poder regenerativo do frio!
Tendo começada cedinho, andei até aos 20 Km em ritmos ligeiramente abaixo dos 5:00/Km e sem grandes dificuldades. Se até aos 22 Km o percurso era praticamente plano, nos últimmos 8 km havia muitas inclinações que exigiam muito mais esforço. Nesta fase o ritmo caiu bastante, obrigando-me a correr a 5:30/km para acabar o treino com 2h32m30s.
Apesar desta quebra final (algo esperada), fiquei extremanente satisfeito com o treino. Com apenas uma semana de diferença, consegui fazer um treino mais longo e num ritmo médio 11 segundos mais rápido do que tinha feito na semana anterior!
O pior foi o pós-treino. Uns 10 minutos depois de terminar a corrida senti fortes dores musculares nas pernas as quais me começaram a dificultar a locomoção. Já a começar a passar mal, decidi sentar-me na banheira e "regar" as pernas com água fria. O efeito desta "terapia" foi simplesmente fantático. Ao fim de poucos minutos já tinha recuperado a sensação de "bem-estar" e depois de uns 15 minutos de molho, já estava em condições normais, sendo que este normal deve ser visto em relação à dimensão do esforço que tinha acabado de fazer.
Já por várias vezes acabei os meus treinos com um mergulho nas águas frias do Atlântico, mas ontem é que pude sentir o verdadeiro poder regenerativo do frio!
Tuesday, 31 August 2010
Agosto - Balanço do 1º mês de preparação
O primeiro mês da minha preparação para a participação na Maratona do Porto já está terminado. Para quem tiver curiosidade em saber, aqui fica um breve resumo do que foi feito:
- Nº. de treinos: 22
- Nº. de dias de descanso: 9
- Nº. de Km percorridos: 261,82 Km
- Nº. de treinos longos: 3
- Tempo de corrida: 21h 13m 59s
- Tempo médio por Km: 4m 52s
- Treino mais longo: 25,4 Km
- Treino mais curto: 8 Km
Fazendo uma comparação com a forma como preparei as maratonas de 2008 e de 2009, concluo que estou a treinar mais quilómetros do que fiz no último ano e menos do que tinha feito no ano da estreia.
Confesso que esperava chegar a esta fase em melhores condições do que cheguei. De um modo geral tenho-me sentido bastante cansado e, não raras vezes, tenho corrido com o desejo de que o fim do treino chegue rápido. No último domingo, por exemplo, fiz um treino de 25,4 Km (2h13m) e acho que ao fim de 3 ou 4 quilómetros já me sentia cansado e a pensar em terminar.
Esta inesperada dificuldade acaba por ter um lado positivo, já que está a testar a minha motivação e a capacidade de resistir à tentação de "faltar" aos treinos que às vezes me tem assaltado. Este acaba, pois, por ser o aspecto que mais valorizo deste mês de preparação, pois tenho conseguido manter a média de 5 treinos por semana e nunca estive mais do que um dia sem treinar.
Na última semana já comecei a introduzir algumas séries, que este mês se intensificarão. Espero que a reacção do corpo vá melhorando para que consiga assimilar bem o aumento do grau de exigência dos treinos (em qualidade e em quantidade) de forma a voltar a ter a sensação de uma "corrida solta" que ainda não chegou.
Friday, 27 August 2010
UTMB
Começa hoje, na Suiça, uma das mais fantásticas ultra maratonas que se corem no mundo, a Ultra Trail do Monte Branco.
A lista de inscritos deste ano inclui nada mais nada menos do que 30 Portugueses na prova principal que, para quem não sabe, tem só 166 Km de extensão, com um desnível positivo de 9.400 metros, correndo-se integralmente nas montanhas do Monte Branco. O tempo máximo para fazer a prova é de 46 horas.
Aos heróis que se aventuraram a fazer a prova deixo uma palavra de estímulo para enfrentarem este desafio.
ADITAMENTO - Soube agora que a prova foi anulada quando os atletas já estavam em competição. A razão que levou a organização a tomar esta (terrível) decisão prende-se com as condições climatéricas em determinados troços do percurso, as quais poderiam colocar em causa a integridade física dos atletas. Imagino a frustração de todos aqueles que alimentaram o sonho do Monte Branco durante meses e meses de aturada preparação. Para eles, a minha solidariedade.
Thursday, 26 August 2010
O outro lado do sucesso
Nos últimos tempos quem gosta e acompanha o desporto luso tem vibrado com a proliferação de resultados de grande nível que vem sendo conseguido pelos nossos atletas da canoagem.
Desde o abandono do José Garcia (meu conterrâneo e, por acaso, vizinho) que não tinhamos notícias de relevo desta modalidade até à chegada do Emanuel Silva, que de forma surpreendente, conseguiu atingir uma final Olímpica em Atenas, feito cuja repetição viria a falhar em Pequim por escassos milésimos. Entretanto, para além do Emanuel apareceram outros atletas muito jovens que têm conseguido títulos de nível europeu e mundial, feitos esses que têm obtido algum eco na imprensa.
Esta onde de sucesso trouxe-nos, no passasdo fim de semana, o melhor resultado de sempre da canoagem portuguesa, com uma medalha de prata no Campeonato do Mundo (absoluto), feito que foi conseguido pela dupla Fernando Pimenta/João Ribeiro.
Como dizia no início desta prosa, sou dos que vibraram com o feito e que valoriza o desempenho dos nossos canoistas. Embalado, não só por esta medalha, mas pelo conjunto dos resultados, dava comigo a pensar que o trabalho da Federação de Canoagem merece ser aplaudido quando, de repente choco com esta notícia!
Será possível? Haverá explicação para uma falta de senso tão grande como esta?
Bom, mas porque estranhei não ter visto o nome do Emanuel Silva na selecção que esteve no Campeonato do Mundo, surfei um pouco na net à procura de respostas, rapidamente tendo descoberto o blog do próprio atleta. Esteve ausente "por problemas de saúde", como aparece logo no post de abertura, facto que não o impediu de dar os parabéns aos seus colegas.
Curioso por saber mais sobre o Emanuel, fui lendo os seus posts quando me deparo com isto. O texto é de Abril deste ano e transmite uma amargura que não estava à espera de ler.
Desconheço o que se passa na relação entre a Federação de Canoagem e os atletas e o que poderá estar por trás das situações que envolveram o Fernando Pimenta e o Emanuel Silva. Contudo, e como observador atento, parecem-me indícios demasiados de que poderá haver um ambiente menos saudável que, a bem do desenvolvimento da modalidade, deveria ser corrigido.
Será que podemos, de uma vez por todos, aprender a conviver com o sucesso em Portugal?
Desde o abandono do José Garcia (meu conterrâneo e, por acaso, vizinho) que não tinhamos notícias de relevo desta modalidade até à chegada do Emanuel Silva, que de forma surpreendente, conseguiu atingir uma final Olímpica em Atenas, feito cuja repetição viria a falhar em Pequim por escassos milésimos. Entretanto, para além do Emanuel apareceram outros atletas muito jovens que têm conseguido títulos de nível europeu e mundial, feitos esses que têm obtido algum eco na imprensa.
Esta onde de sucesso trouxe-nos, no passasdo fim de semana, o melhor resultado de sempre da canoagem portuguesa, com uma medalha de prata no Campeonato do Mundo (absoluto), feito que foi conseguido pela dupla Fernando Pimenta/João Ribeiro.
Como dizia no início desta prosa, sou dos que vibraram com o feito e que valoriza o desempenho dos nossos canoistas. Embalado, não só por esta medalha, mas pelo conjunto dos resultados, dava comigo a pensar que o trabalho da Federação de Canoagem merece ser aplaudido quando, de repente choco com esta notícia!
Será possível? Haverá explicação para uma falta de senso tão grande como esta?
Bom, mas porque estranhei não ter visto o nome do Emanuel Silva na selecção que esteve no Campeonato do Mundo, surfei um pouco na net à procura de respostas, rapidamente tendo descoberto o blog do próprio atleta. Esteve ausente "por problemas de saúde", como aparece logo no post de abertura, facto que não o impediu de dar os parabéns aos seus colegas.
Curioso por saber mais sobre o Emanuel, fui lendo os seus posts quando me deparo com isto. O texto é de Abril deste ano e transmite uma amargura que não estava à espera de ler.
Desconheço o que se passa na relação entre a Federação de Canoagem e os atletas e o que poderá estar por trás das situações que envolveram o Fernando Pimenta e o Emanuel Silva. Contudo, e como observador atento, parecem-me indícios demasiados de que poderá haver um ambiente menos saudável que, a bem do desenvolvimento da modalidade, deveria ser corrigido.
Será que podemos, de uma vez por todos, aprender a conviver com o sucesso em Portugal?
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