O tema da recuperação física pós-Maratona é sempre muito abordado pelos especialistas na matéria. Tendo falado com algumas pessoas sobre o assunto, deixo-vos a minha experiência pessoal.
O pior período que passei no pós-Maratona foram as 5 horas seguintes ao final da prova. No primeiro momento senti grandes dores musculares nas pernas, as quais foram substâncialmente atenuadas com a massagem disponibilizada pela organização e à qual recorri. No momento imediato ao trabalho do massagista a sensação de desconforto e dor melhora bastante, embora se fique com a sensação de que o efeito vá "desaparecendo". (Talvez seja importante dizer que foi a primeira vez na minha vida que recorri a um massagista...).
Depois dessa sensação, e na viagem de regresso a casa, senti um mal estar geral no corpo, situação que me surpreendeu e que era bastante desagradável. Não havia nenhum sintoma de dor aguda em parte alguma e a melhor comparação que posso fazer é com aqueles dias em que estamos doentes, de cama, sem forças para nada... Uma coisa bastante desagradável que durou até chegar a casa. Aí tive oportunidade de (finalmente) tomar banho, após o que me deitei cerca de meia hora.
Após esse repouso as coisas começaram a melhorar. Fui almoçar e comecei a reagir. O resto da tarde foi passado calmamente em casa. Ao final da tarde já me sentia francamente melhor. Não vou dizer que estava pronto para fazer um treino, mas já não sentia nada de semelhante ao que passei nas primeiras horas.
No dia seguinte fiz uma longa viagem até ao sul do país (estive por lá na passada semana em gozo de férias), não tendo sentido nada digno de relevo, a não ser o facto de não ter dores de espécie alguma. Esse foi o meu primeiro dia de descanso. Na terça-feira fiz o meu primeiro treino. Cauteloso, corri cerca de 40 minutos em ritmo lento, tendo percorrido cerca de 6 quilómetros. A sensação que tive não era muito diferente da que comecei a sentir a partir dos 30 Km na Maratona do Porto, ou seja, as pernas estavam um pouco "pesadas". De qualquer forma, como o ritmo era baixo, não houve dificuldades nenhumas.
Depois disso voltei a treinar na quinta feira (55 minutos - 9,5 Km) e no sábado (35 minutos - 7 Km). Em ambas as vezes senti-me bastante bem e capaz de fazer uma corrida razoavelmente solta. Ontem voltei a descansar e hoje recomecei os meus treinos num ritmo idêntico que que tinha no período pré-Maratona.
Em resumo, posso considerar que a minha recuperação coreu bastante bem, com a excepção das primeiras horas depois da prova.
Monday, 3 November 2008
Sunday, 26 October 2008
A minha Maratona do Porto
Como é habitual em mim nos dias de prova, a manhã começou bastante cedo. às 5h15m o despertador tocou, pois era hora de pequeno almoço. Dois copos de sumo de laranja e dois pães com queijo foram o alimento com que iniciei o dia.
A viagem para o Porto foi, desta vez, feita de mota, com o meu irmão, cuja preciosa ajuda nos abastecimentos ao longo do percurso, foi fundamental. Foi assim que cheguei ao local da partida com cerca de 50 minutos de antecdência face à hora marcada para a partida.
Não hevendo necessidade de grande aquecimento (afinal tinha mais de 42 Km para isso!!!), o tempo foi aproveitado para encontrar e conviver com alguns amigos, como foi o caso do meu colega de treinos, o João Ferreira, o Luis Mota, da Ana Pereira, do António Almeida ou do Fernando Andrade.
A partida foi normal. Tal como disse no post anterior, nota-se a diferença entre a Maratona e as outras provas. Hoje houve muitos menos empurrões, menos pressa em arrancar, o que é bastante mais agradável, diga-se. Acompanhado pelo João Ferreira, fiz o primeiro quilómetro em 5:15, tempo ligeiramente abaixo de que tinha previsto. Perguntei-lhe se ele queria avançar para a média de 5:00/Km, mas ele, prudentemente, disse que preferia continuar assim. Decidi então seguir um pouco mais rápido, tendo encontrado, mais à frente o João Mota Freitas, do Porto Runners, um ex-colega de trabalho da minha mulher e que eu tinha conhecido no dia anterior. O objectivo dele era idêntico ao meu, pelo que seguimos juntos.
Em boa companhia, fomos descendo a Avenida da Boavista e aproveitando o declive para ganhar alguns segundos face à média de 5:00/Km que tinhamos estipulado. Fomos assim até metade da prova, já na Afurada, onde passamos em cerca de 1h44m. Da minha parte sentia-me lindamente. A batida cardíaca era baixa e sentia-me muito bem em termos musculares.
Continuamos neste ritmo até aos 23 Km, altura em que fui forçado a uma curta paragem para satisfazer umas coisas "muito minhas" (daquelas que ninguém consegue fazer por mim...). Devo ter perdido uns 30 segundos, distância que demorei cerca de 1 Km para recuperar, tendo apanhado o João novamente um pouco antes dos 25 Km. Aí estava o meu irmão que me proporcionou o segundo abastecimento de gel. Durante o abastecimento e logo ao entrar na Ponte D. Luis para nos dirigirmos até ao Freixo, percebi que o João Mota Freitas estava a quebrar um pouco e que não ia manter o mesmo ritmo.
Como me sentia bem, decidi avançar e começar o meu contra-relógio até à meta. Fui passando quilómetros até chegar ao Freixo, já com menos de 1 minuto de vantagem sobre a média de 5.00/Km. Ao 30 Km essa vantagem face à média "mágica", que me garantiria um tempo na casa de 3h30m continuava a diminuir, embora ainda fosse positiva. Julgo que consegui andar dentro dela até aos 31/32 Km. A partir daí comecei a sentir as pernas a pesar cada vez mais e sem capacidade de imprimir ritmos mais elevados.
Percebi que já não iria conseguir as 3h30m. Sem dramas, deixei-me ir dentro do ritmo que o corpo permitia. Afinal ainda faltavam cerca de 10 Km para a meta e havia mais a perder do que a ganhar em arriscar naquelas circunstâncias. Creio que comecei a andar a 5:15/Km e devo ter baixado até ao máximo de 5:45/km durante os últimos 10 de prova.
A ordem que o corpo tinha era de andar o que fosse possível. Apesar de mostrar um lado compreensivo com o que se passava com o organismo, não deixei de tentar avançar com determinação e entusiasmo, evitando assim pensamentos negativos ou a sensação de me estar a arrastar, o que ainda poderia agravar mais as coisas.
Felizmente os quilómetros iam passando e com a entrada na Avenida da Brasil, momento em que se sente estar bem perto da meta, fica-se com a clara sensação de que a prova "está no papo", como se costuma dizer.
Com calma e sempre ao mesmo ritmo, subi a Avenida da Boavista para os 2 últimos quilómetros, sentido o apoio de várias pessoas, certamente ligadas aos atletas ainda em prova, tendo chegado à meta no tempo que já sabem. Verifiquei que fui o 276º da Classificação Geral, lugar que me coloca ligeiramente acima de metada da tabela!
Depois de cruzar a meta e de parar de correr, senti grandes dores musculares. A longa espera para as massagens foi algo dolorosa, mas depois de tratado pelas mãos do massagista da prova, as coisas melhoraram significativamente. Neste momento, já cerca de 12 horas depois da prova, sinto as pernas em (relativo) bom estado, prontas para um ligeiro treino de recuperação amanhã.
Como vêm, correr uma Maratona não é nada do outro mundo. É apenas uma questão de querer e, querendo mesmo, fazer o que deve ser feito. Depois, é fácil!
A viagem para o Porto foi, desta vez, feita de mota, com o meu irmão, cuja preciosa ajuda nos abastecimentos ao longo do percurso, foi fundamental. Foi assim que cheguei ao local da partida com cerca de 50 minutos de antecdência face à hora marcada para a partida.
A partida foi normal. Tal como disse no post anterior, nota-se a diferença entre a Maratona e as outras provas. Hoje houve muitos menos empurrões, menos pressa em arrancar, o que é bastante mais agradável, diga-se. Acompanhado pelo João Ferreira, fiz o primeiro quilómetro em 5:15, tempo ligeiramente abaixo de que tinha previsto. Perguntei-lhe se ele queria avançar para a média de 5:00/Km, mas ele, prudentemente, disse que preferia continuar assim. Decidi então seguir um pouco mais rápido, tendo encontrado, mais à frente o João Mota Freitas, do Porto Runners, um ex-colega de trabalho da minha mulher e que eu tinha conhecido no dia anterior. O objectivo dele era idêntico ao meu, pelo que seguimos juntos.
Continuamos neste ritmo até aos 23 Km, altura em que fui forçado a uma curta paragem para satisfazer umas coisas "muito minhas" (daquelas que ninguém consegue fazer por mim...). Devo ter perdido uns 30 segundos, distância que demorei cerca de 1 Km para recuperar, tendo apanhado o João novamente um pouco antes dos 25 Km. Aí estava o meu irmão que me proporcionou o segundo abastecimento de gel. Durante o abastecimento e logo ao entrar na Ponte D. Luis para nos dirigirmos até ao Freixo, percebi que o João Mota Freitas estava a quebrar um pouco e que não ia manter o mesmo ritmo.
Percebi que já não iria conseguir as 3h30m. Sem dramas, deixei-me ir dentro do ritmo que o corpo permitia. Afinal ainda faltavam cerca de 10 Km para a meta e havia mais a perder do que a ganhar em arriscar naquelas circunstâncias. Creio que comecei a andar a 5:15/Km e devo ter baixado até ao máximo de 5:45/km durante os últimos 10 de prova.
A ordem que o corpo tinha era de andar o que fosse possível. Apesar de mostrar um lado compreensivo com o que se passava com o organismo, não deixei de tentar avançar com determinação e entusiasmo, evitando assim pensamentos negativos ou a sensação de me estar a arrastar, o que ainda poderia agravar mais as coisas.
Como vêm, correr uma Maratona não é nada do outro mundo. É apenas uma questão de querer e, querendo mesmo, fazer o que deve ser feito. Depois, é fácil!
Impressões gerais sobre a Maratona do Porto
A partir de amanhã estarei ausente por uma semana em gozo de férias. De qualquer forma quero, antes de partir, deixar algumas palavras sobre a Maratona do Porto, prova que conclui no final da manhã de hoje.
Em primeiro lugar, como devem calcular, sinto uma grande satisfação em ter conseguido atingir um objectivo que andava na minha cabeça há, precisamente, um ano. Para além disso, fi-lo num tempo que tinha definido como sendo "Bom". Foram 3 horas, 38 minutos e 48 segundos de corrida praticamente ininterrupta que fizeram de mim MARATONISTA!
Em segundo lugar gostava de dizer que a prova, em si mesma, me correu bastante bem. Para quem fez fez algum estudo sobre o que significa correr uma Maratona, das dificuldades que se sente para conseguir fazer a distância, do "muro", dos sacrifícios, muitas vezes, desumanos, considero que as coisas me correram muito bem e, tendo feito um grande esforço, não cheguei a testar os meus limites.
Em terceito lugar é importante referir que senti a diferença entre o que significa correr uma Maratona e qualquer outra distância (inferior, é claro). Na Maratona, pelo menos no pelotão, sente-se um maior espírito de companheirismo e de apoio entre os atletas do que nas outras distâncias. Julgo que o respeito que todos sentem pela distância e a noção de que ganhar uns segundos num abastecimento outra situação do género de nada vale, os torna mais disponíveis para si e para os outros. Para além disso, tudo acontece a um ritmo mais lento e, por isso mesmo, que nos permite saborear melhor a prova.
Em quarto lugar quero deixar uma palavra especial para alguns amigos dos blogues que conheci durante este fim de semana e cujo apoio e incentivo foram fundamentais. Entre eles refiro o Luis Mota, o António Almeida, que se estrearam na distância comigo, a Ana Pereira e o Fernando Andrade. A todos deixo um forte e sentido abraço.
Finalmente quero realçar a excelente organização da Maratona do Porto, cujo trabalho contribui fortemente para que os atletas se sintam bem e alcancem os seus objectivos. Desde a ExpoMaratona, durante a qual foram entregues os dorsais, a Pasta Party, a partida, os abastecimentos ao longo do percurso e o apoio no final aos atletas, tudo foi excelente. Ao Jorge Teixeira, líder de uma vasta equipa que faz das provas do Porto uma referência nacional e já internacional no atletimo, fica aqui o meu sincero obrigado por tudo o que tem feito.
Em primeiro lugar, como devem calcular, sinto uma grande satisfação em ter conseguido atingir um objectivo que andava na minha cabeça há, precisamente, um ano. Para além disso, fi-lo num tempo que tinha definido como sendo "Bom". Foram 3 horas, 38 minutos e 48 segundos de corrida praticamente ininterrupta que fizeram de mim MARATONISTA!
Friday, 24 October 2008
A Maratona que espero fazer
Estando a menos de 2 dias de correr a Maratona do Porto, vou deixar aqui os meus objectivos para a prova e a forma como estou a contar orientar a corrida.
Sendo esta a primeira maratona que corro, é óbvio que o primeiro e, quiçá, o grande objectivo é o de conseguir terminar a prova. O misticismo que a Maratona envolve e o peso que representa, para alguém que nunca viu o atletismo de outra forma que não enquanto actividade recreativa, imaginar-se correr consecutivamente durante mais de 42 quilómetros são razões mais do que suficientes para tornar o feito quase heróico. Aliás, uma das razões que, habitualmente se indica justificarem a vontade das pessoas em correr maratonas é precisamente essa: o desejo de superação, de conseguir alcançar algo "especial".
Para além desse objectivo, não posso deixar de reconhecer que gostaria muito de conseguir concluir a prova em razoáveis condições físicas e sem exagerar nas doses de sacrifício. Numa prova destas ninguém espera concluir fresco e com grandes reservas energéticas. Da minha parte acredito que, fruto da aturada preparaçao que fiz, é possível fazer a prova dentro de um limite de esforço que não ponha em causa a minha própria saúde e sem levar ao extremo as minhas capacidades. De qualquer forma, tudo o que acontecer depois dos 30 Km será novidade para mim, pois nunca ultrapassei essa distância em nenhum dos meus treinos.
Finalmente, e porque nestas coisas nunca nos desligamos do lado competitivo, gostaria de conseguir alcançar o melhor tempo possível. Nesta primeira incursão na distância este objectivo é claramente subalternizado pelos dois anteriores. De qualquer forma, e analisando as coisas à anteriori, classificaria assim o meu desempenho:
- Acima de 4 horas - Fracote
- Entre 3h45m e 4 h - Razoável
- Entre 3h30m e 3h45m - Bom
- Abaixo de 3h30m - Muito bom
- Abaixo de 3h25m - Impossível!
Sendo estes os meus objectivos, vou agora descrever a "táctica" que tenho em mente utilizar. A análise ao percurso, que conheço muito bem, leva-me a perceber que a primeira parte (sensivelmente até aos 10 Km) tem um inclinação propícia a bons andanmentos. Da minha parte irei seguir a um ritmo nunca superior a 5:00/Km, garantindo que a pulsação não chegue sequer às 140. Atendendo à inclinação favorável, espero chegar aops 15 Km bastante fresco. A partir daí tentarei continuar a menter o mesmo ritmo, estando certo de que isso implicará que o ritmo cardiaco chegará aos 150, que não quero ultrapassar antes da meia maratona.
A partir daí e até aos 30 Km, altura em que deixaremos de nos afastar da meta para começarmos a caminhar em sua direcção, não sei o que irá acontecer. Se lá chegar em boas condições, o objectivo é manter o ritmo. Se sentir que as forças já não são muitas, irei diminuir a passada de forma a deixar sempre uma reserva para os últimos 5 Km, aqueles em que espero sentir mais dificuldades.
Entretanto, decidi que ao longo do percurso irei fazer uma boa hidratação aproveitando as excelentes condições que a organização nos disponibiliza em termos de abastecimentos. Para além disso, irei fazer 3 tomas de gel, nomeadamente aos 15 Km, aos 25 Km e aos 35 Km.
Em teoria vai ser assim. Na prática... vejam a minha crónica depois da prova e logo saberão!
Para além desse objectivo, não posso deixar de reconhecer que gostaria muito de conseguir concluir a prova em razoáveis condições físicas e sem exagerar nas doses de sacrifício. Numa prova destas ninguém espera concluir fresco e com grandes reservas energéticas. Da minha parte acredito que, fruto da aturada preparaçao que fiz, é possível fazer a prova dentro de um limite de esforço que não ponha em causa a minha própria saúde e sem levar ao extremo as minhas capacidades. De qualquer forma, tudo o que acontecer depois dos 30 Km será novidade para mim, pois nunca ultrapassei essa distância em nenhum dos meus treinos.
Finalmente, e porque nestas coisas nunca nos desligamos do lado competitivo, gostaria de conseguir alcançar o melhor tempo possível. Nesta primeira incursão na distância este objectivo é claramente subalternizado pelos dois anteriores. De qualquer forma, e analisando as coisas à anteriori, classificaria assim o meu desempenho:
- Acima de 4 horas - Fracote
- Entre 3h45m e 4 h - Razoável
- Entre 3h30m e 3h45m - Bom
- Abaixo de 3h30m - Muito bom
- Abaixo de 3h25m - Impossível!
Sendo estes os meus objectivos, vou agora descrever a "táctica" que tenho em mente utilizar. A análise ao percurso, que conheço muito bem, leva-me a perceber que a primeira parte (sensivelmente até aos 10 Km) tem um inclinação propícia a bons andanmentos. Da minha parte irei seguir a um ritmo nunca superior a 5:00/Km, garantindo que a pulsação não chegue sequer às 140. Atendendo à inclinação favorável, espero chegar aops 15 Km bastante fresco. A partir daí tentarei continuar a menter o mesmo ritmo, estando certo de que isso implicará que o ritmo cardiaco chegará aos 150, que não quero ultrapassar antes da meia maratona.
Entretanto, decidi que ao longo do percurso irei fazer uma boa hidratação aproveitando as excelentes condições que a organização nos disponibiliza em termos de abastecimentos. Para além disso, irei fazer 3 tomas de gel, nomeadamente aos 15 Km, aos 25 Km e aos 35 Km.
Em teoria vai ser assim. Na prática... vejam a minha crónica depois da prova e logo saberão!
Thursday, 23 October 2008
A minha preparação
Com o treino de hoje dei por finda a minha preparação para a Maratona do Porto. Tal como fiz nos meses anteriores, aqui fica o resumo do trabalho desenvolvido durante o mês de Outubro (até ao dia da Maratona):
- Nº. de treinos: 19 (Não inclui a prova realizada)
- Nº. de provas: 1 (Meia Maratona de Ovar)
- Nº. de dias de descanso: 5
- Nº. de Km percorridos: 261,2
- Nº. de treinos de séries: 3
- Nº. de treinos com rampas: 1
- Nº. de treinos longos: 2
- Tempo de corrida: 21h 00m 41s
- Tempo médio por Km: 4m 58s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 8,25 Km
Fazendo agora o resumo total do que fiz nas 12 semanas em que me dediquei a esta "aventura" (que começou no dia 1 de Agosto de 2008), temos os seguintes dados:
- Nº. de treinos: 67 (inclui as provas realizada)
- Nº. de provas: 2
- Nº. de dias de descanso: 18
- Nº. de Km percorridos: 883 (média de 73,5 Km/semana)
- Nº. de treinos de séries: 16
- Nº. de treinos com rampas: 5
- Nº. de treinos longos: 7
- Tempo de corrida: 73h 29m 47s
- Tempo médio por Km: 5m 00s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 7 Km
Para além disto importa referir que, fruto da intensificação do treino, perdi alguns quilos, estando agora com um peso de 78 Kg, valor que considero ideal para enfrentar o desafio da Maratona. Em termos físicos continuo a sentir-me bastante bem, tendo conseguido melhorar muito a minha capacidade de resistência aeróbica e não sentindo qualquer problema de ordem muscular ou articular.
Por tudo isto, estou razoavelmente optimista para a prova, tendo a convicção de que será possível superar o objectivo primeiro que é o de terminar a maratona.
Amanhã farei uma antevisão da minha prova e deixarei aqui os objectivos concretos que coloquei para mim mesmo.
- Nº. de provas: 1 (Meia Maratona de Ovar)
- Nº. de dias de descanso: 5
- Nº. de Km percorridos: 261,2
- Nº. de treinos de séries: 3
- Nº. de treinos com rampas: 1
- Nº. de treinos longos: 2
- Tempo de corrida: 21h 00m 41s
- Tempo médio por Km: 4m 58s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 8,25 Km
Fazendo agora o resumo total do que fiz nas 12 semanas em que me dediquei a esta "aventura" (que começou no dia 1 de Agosto de 2008), temos os seguintes dados:
- Nº. de treinos: 67 (inclui as provas realizada)
- Nº. de provas: 2
- Nº. de dias de descanso: 18
- Nº. de Km percorridos: 883 (média de 73,5 Km/semana)
- Nº. de treinos de séries: 16
- Nº. de treinos com rampas: 5
- Nº. de treinos longos: 7
- Tempo de corrida: 73h 29m 47s
- Tempo médio por Km: 5m 00s
- Treino mais longo: 30 Km
- Treino mais curto: 7 Km
Para além disto importa referir que, fruto da intensificação do treino, perdi alguns quilos, estando agora com um peso de 78 Kg, valor que considero ideal para enfrentar o desafio da Maratona. Em termos físicos continuo a sentir-me bastante bem, tendo conseguido melhorar muito a minha capacidade de resistência aeróbica e não sentindo qualquer problema de ordem muscular ou articular.
Por tudo isto, estou razoavelmente optimista para a prova, tendo a convicção de que será possível superar o objectivo primeiro que é o de terminar a maratona.
Amanhã farei uma antevisão da minha prova e deixarei aqui os objectivos concretos que coloquei para mim mesmo.
Tuesday, 21 October 2008
S. Pedro informa...
... que o tempo previsto para o próximo dia 26 de Outubro, mais conhecido pelos clientes deste blog como o dia da Maratona do Porto, será o seguinte:
Portanto, caros amigos, é conveniente irmos bem mentalizados para recorrer aos abastecimentos com intensidade forte, pois o dia ameaça ser quentinho...
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